Os diversos tipos de câncer urológico existentes são manifestações neoplásicas malignas que acometem tanto os tecidos quanto os órgãos do sistema urinário masculino e feminino.
O tratamento contra o câncer se baseia em uma combinação de técnicas, que podem variar de acordo com o local acometido, extensão do tumor, entre outros fatores. De modo geral, o câncer pode ser combatido por meio de cirurgias, transplante de medula óssea e abordagens quimioterápicas ou radioterápicas.
Os diversos tipos de câncer urológico existentes são manifestações neoplásicas malignas que acometem tanto os tecidos quanto os órgãos do sistema urinário masculino e feminino.
O tratamento contra o câncer se baseia em uma combinação de técnicas, que podem variar de acordo com o local acometido, extensão do tumor, entre outros fatores. De modo geral, o câncer pode ser combatido por meio de cirurgias, transplante de medula óssea e abordagens quimioterápicas ou radioterápicas.
Tratamento para as diferentes formas de câncer urológico
O câncer de próstata normalmente pode ser tratado através de cirurgia de prostatectomia radical, que consiste na remoção das células tumorais malignas em conjunto com os linfonodos ilíaco-obturadores. Após a remoção destas estruturas, o cirurgião faz a aproximação da uretra remanescente com a bexiga através de uma sutura com pontos e é colocada uma sonda vesical, que permanecerá por cerca de 10 a 14 dias, período em que ocorrerá a cicatrização desta sutura.
Em alguns casos faz-se o uso da radioterapia e o tratamento hormonal como parte do tratamento para a doença.
Cirurgia urológica de alta complexibilidade
Cirurgia de resgate após radioterapia da próstata ou bexiga.
Nestes casos em que a radioterapia falhou em controlar o câncer, a cirurgia é mais difícil porque apresenta maiores riscos de incontinência urinária, disfunção sexual e perfuração do intestino. Contudo, esta cirurgia pode ser realizada com sucesso, podendo-se obter a cura do câncer.
Ressecção linfonodal na recidiva ganglionar do câncer de próstata.
Esta cirurgia é necessária em casos específicos, que podem ocorrer tardiamente após a prostatectomia radical ou radioterapia pélvica. Nestas situações, são detectados gânglios linfáticos alterados por células malignas que estão produzindo elevação do PSA, muitas vezes identificados através dos exames de imagem como a tomografia, ressonância magnética ou o PET CT com PSMA.
Ressecção de tumores de rim intraparenquimatosos.
Nestas situações, os tumores estão alojados em local mais profundo do rim sendo muitas vezes indicada a remoção completa do órgão. Antigamente utilizava-se a cirurgia convencional aberta para remoção do nódulo tumoral, atualmente, realizamos a cirurgia pela via robótica auxiliada pela ultrassonografia transoperatória sem a necessidade de grandes incisões. A grande vantagem é de preservar o funcionamento do rim saudável através de técnica minimamente invasiva.
Exenteração Pélvica anterior e posterior.
Nestes casos, existe a necessidade de remover a bexiga e próstata nos homens ou a bexiga e útero nas mulheres, muitas vezes em bloco com o intestino, reto e canal anal. Nestas cirurgias mais extensas, podemos reconstruir a via urinária e intestinal conjuntamente para facilitar a readaptação corporal e promover o retorno à sua rotina de vida em condições plenas.